ISSN 2764-8494

ACESSE

era digital
Comunicação
Seu tempo de leitura: 10 minutos

O “design” da experiência humana na era digital

O “design” da experiência humana: como as tecnologias comunicativas mediam o nosso olhar sobre o real?

Este ensaio analisa como a hiperconectividade altera a percepção humana. Discute, à luz de Benjamin e Adorno, a perda da “aura” e a influência algorítmica, demonstrando que as novas tecnologias não apenas transmitem mensagens, mas reconfiguram a forma como experienciamos e entendemos o mundo.

Dados do Consumer Pulse, estudo realizado pela Bain & Company, empresa de consultoria focada em comportamento digital e tendências de consumo, mostram que o brasileiro passa, em média, 9h13 por dia conectado à internet. E, desse total de 553 minutos diários, é razoável supor que boa parte seja dedicada às tecnologias comunicativas, que vão desde a imprensa e outras ferramentas de mídia até plataformas digitais e inteligências artificiais1 (IAs).

Mas, se por um lado essas tecnologias representam um avanço na transmissão de mensagens e, consequentemente, na ampliação do seu alcance, por outro, elas também exercem uma grande influência em como assimilamos e interpretamos os conteúdos. Isso significa que, dependendo de como são utilizadas, da forma como mediamos seu uso e do tempo dedicado a elas, as novas tecnologias de comunicação podem, sim, alterar como absorvemos informações, estruturamos nosso pensamento e até experienciamos a realidade.

A partir dessa premissa, este texto reflete sobre a interação humano-tecnologia e seus impactos nos processos comunicativos, discutindo os principais desafios dessa relação. Para isso, utiliza como referência autores que abordam comunicação e mediação tecnológica em suas obras.

A comunicação como transformação da percepção

Com a Revolução Industrial e o crescimento da mídia de massa (fotografia, cinema, rádio, etc.) por volta do século XX, a ideia de que a tecnologia de comunicação se limitava à velocidade na transmissão de mensagens foi deixada para trás. Em vez disso, ela passou a ser vista como um instrumento capaz de modificar como as pessoas experienciavam o mundo. Foi durante o período entreguerras, na década de 20, que essa mudança ganhou ainda mais força, incentivando que a camada intelectual ligada às artes e às novas mídias da época refletisse sobre como essas técnicas e tecnologias conseguem influenciar e transformar a compreensão coletiva.

Walter Benjamin, membro da Escola de Frankfurt e analista da modernidade, discute esse fenômeno em Magia e Técnica, Arte e Política: Ensaios Sobre Literatura e História da Cultura. Ele mostra que a reprodutibilidade técnica vai além de criar cópias, pois é capaz de dissolver a “aura” de uma obra e, assim, nos levar a ter uma relação completamente diferente daquela que teríamos com o original. O conceito de aura, para o autor, consiste em uma “figura singular, composta de elementos espaciais e temporais: a aparição única de uma coisa distante por mais perto que ela esteja” (BENJAMIN, 1987, p. 170), com o hic et nunc (aqui e agora) constituindo uma parte central da autenticidade.

Nesse contexto, assistir a um teatro ao vivo, no seu local e com elenco originais, é um exemplo de obra com aura, mas quando a mesma apresentação é gravada, transmitida ou compartilhada por diferentes mídias, as tecnologias comunicativas permitem que ela alcance um grande público, fazendo com que assuma um valor de “exposição” e, com isso, perca parte do seu hic et nunc.

O Impacto da Reprodutibilidade Técnica nas Massas

Essa perda da aura da obra muda como experimentamos e nos relacionamos com ela. Segundo Benjamin, as massas modernas têm grande interesse nesse aspecto, de modo que o desejo de tornar o objeto mais presente e acessível se torna uma preocupação tão intensa quanto a tendência de superar o caráter único por meio da reprodução. Como consequência, cresce a vontade de ter a obra o mais próxima possível, seja na imagem, na cópia ou na reprodução. Walter (1987) resume essa transformação da seguinte forma:

Na medida em que ela multiplica a reprodução, substitui a existência única da obra por uma existência serial. E, na medida em que essa técnica permite à reprodução vir ao encontro do espectador, em todas as situações, ela atualiza o objeto reproduzido. Esses dois processos resultam num violento abalo da tradição, que constitui o reverso da crise atual e a renovação da humanidade. (BENJAMIN, 1987, pp. 168-169).

Ou seja, a obra fica acessível a todos, mas deixa de ser única, e o público a percebe sem tanto cuidado. Tal dissolução da aura da obra não só acelera a difusão de uma mensagem, mas também abre caminho para um jeito novo de experimentar aquilo que vemos, agora de forma mais fragmentada e menos ligada a uma vivência “única”. Ao invés da experiência do original, passamos a consumir versões múltiplas, mais acessíveis e desconectadas de seu contexto.

Essa transformação na forma de ver e sentir mostra como a tecnologia comunicativa pode moldar nossas percepções e experiências relacionadas ao mundo, ao mesmo tempo em que também cria espaço para que a mídia (como a Indústria Cultural, explicada por Adorno) influencie como as massas pensam e agem, ainda que, por vezes, de forma sutil.

A estética da imagem técnica

Essa nova percepção do mundo baseada nas novas tecnologias da comunicação não compreende apenas uma alteração da visão racional humana, mas altera as sensações causadas, nas pessoas, pela realidade. Em um primeiro momento, a racionalização do mundo era vista como uma ruptura com as sensações, proveniente do pensamento filosófico que surgia na Grécia Antiga: “No que se refere ao método, a filosofia procura ser ‘explicação puramente racional daquela totalidade’ que tem por objeto.” (REALE; ANTISERI, 2007, p. 11).

Com a popularização desse pensamento ao longo da história, a arte se torna exercício de cálculo para representar (tornar presente novamente) a realidade. O intuito era utilizar a matemática (como forma racional de pensar) para que a representação fosse perfeita. As novas formas de comunicar utilizam desse atributo de perfeição, mas com a possibilidade de serem feitas em grande escala como aponta Benjamin. Dessa maneira, a percepção racional da realidade é uma premissa fundamental para compreender a forma como as novas tecnologias de comunicação impactam na produção da informação.

O Papel da Indústria Cultural na Padronização da Informação

Essas novas tecnologias não se limitam ao digital, mas remontam à fotografia, ao cinema, etc. A produção em massa alcançada pelos métodos atuais de comunicação se torna obstáculo da própria recepção. Isto é, a forma como a informação é produzida e repassada condiciona a forma como ela será percebida pelas pessoas e, consequentemente, a percepção do mundo retratado. Adorno, em Indústria Cultural e Sociedade, explica que “a cultura contemporânea a tudo confere um ar de semelhança. Filmes, rádios e semanários constituem um sistema. Cada setor se harmoniza em si e todos entre si” (ADORNO, 2009. p. 5). Sendo assim, diferentes obras estão sob uma unidade sistêmica que confere valores iguais a produções diferentes. Essa lógica de produção muda a definição em que os meios de comunicação se localizam:

A unidade visível de macrocosmo e de microcosmo mostra aos homens o modelo de sua cultura: a falsa identidade do universal e do particular. Toda a cultura de massas em sistema de economia concentrada é idêntica, e o seu esqueleto, a armadura conceptual daquela, começa a delinear-se. Os dirigentes não estão mais tão interessados em escondê-la; a sua autoridade se reforça quanto mais brutalmente é reconhecida. O cinema e o rádio não têm mais necessidade de serem empacotados como arte. (ADORNO, 2009, pp. 5-6).

Nesse caso, é possível compreender que o advento dessas novas tecnologias muda a percepção da realidade de maneira racional. Porém, mais que isso, cria novas sensibilidades e novas formas de imaginar, que se entendem para o mundo digital.

A mediação como experiência do mundo

Redes sociais como o Instagram, TikTok e YouTube utilizam de uma sequência particular de códigos e programação, que chamamos de algoritmo. Esse algoritmo cria perfis de usuários, com base em suas preferências de conteúdo e compra, sugere novos vídeos e fotos, ou seja, é o que guia a experiência do indivíduo nas redes.

Mas esses algoritmos não funcionam de maneira clara ou coesa. Eles não são apolíticos, muito pelo contrário, são produtos da modernidade, da dicotomia Estados Unidos e China. Os algoritmos são, em si, lentes que utilizamos para enxergar uma “realidade”, a que as redes sociais nos oferecem. Conforme os autores Poell, Nieborg e Van Dijck (2020, p. 6):

Essa infinidade de extensões das plataformas permite que os empresários transformem praticamente todas as instâncias de interação humana em dados: ranqueamento, pagamento, pesquisa, assistir conteúdos, dirigir, caminhar, conversas, amizades, namoro, etc. Esses dados são, então, processados algoritmicamente e, às vezes, sob condições rigorosas, disponibilizadas aleatoriamente para uma ampla variedade de atores externos. (BUCHER, 2018; LANGLOIS; ELMER, 2013).

As interações humanas, suas felicidades, tristezas, amores, ocorrências e afazeres passam a ser codificados por meio das ferramentas das plataformas, ou “o meio”. Se eu estou interessado em uma pessoa, eu não a chamo para sair, mas dou like em suas fotos ou comento em seus posts. Se acho uma peça de roupa bonita, ela será guardada na minha aba “salvos”, para que eu possa comprá-la depois. A relação do humano com o mundo passa a ser filtrada pela mediação algorítmica.

Mediação Digital e a Perda da Aura de Walter Benjamin

Esse “filtro” que enxergamos algo que corresponde a realidade, é justamente a mudança da mediação, que condiciona nossa forma de olhar. Com a reprodutibilidade técnica e o esvaziamento da “aura” de Benjamin, a forma de se interpretar uma obra de arte mudou porque a forma de observar a obra também mudou. Toda revolução no acesso e no condicionamento de uma obra implicará em uma revolução do modo de ver, de interpretar e de falar sobre essa obra. A Web 2.0 tornou o acesso à música muito mais fácil, impactando a maneira com que nos relacionamos com ela. Seria impossível a ideia de ouvir música de forma prática ao correr ou andar de ônibus antes dos fones de ouvido nos anos 50 ou da pirataria virtual dos anos 2000.

Se um crítico de cinema consegue assistir cinco filmes em um só dia, ele provavelmente necessitará de uma televisão smart e de algumas assinaturas de serviços de streaming. Uns falam que isso leva ao esvaziamento da obra, enquanto outros julgam o processo como positivo, dado o maior acesso ao que antes era mais dificultoso de se adquirir. O importante aqui não é achar um ou outro argumento certo, mas entender que essa e outras discussões só podem acontecer graças a essas mudanças nas mediações, contextos e estruturas culturais e sociais.

Consequências sociais e sensíveis

Ao revisitar as leituras discutidas em sala, fica evidente que a comunicação nunca se limita ao ato de transmitir informações. Ela desloca sensibilidades, reorganiza a percepção e influencia diretamente a forma como nos situamos no mundo.

A leitura de Descartes, por exemplo, ilumina um ponto decisivo da modernidade: a ruptura entre sujeito e experiência sensível. Ao propor a dúvida como método, Descartes coloca em xeque tudo aquilo que parecia imediato, inaugurando uma postura intelectual que privilegia a razão como critério de verdade. Essa separação, embora filosófica, tem efeitos sociais profundos, moldando nossa confiança nos sentidos, influenciando como avaliamos discursos e criando uma tradição que insiste em diferenciar o “objetivo” do “subjetivo”.

A discussão de Da Vinci e Alberti avança em outra direção, mas com implicações semelhantes. Para eles, a imagem não apenas representa o real: ela o organiza. A perspectiva renascentista cria um modo específico de ver o mundo, tão consolidado que começamos a tratá-lo como natural. O olhar, nesse sentido, não é apenas biológico, mas educado por técnicas, convenções e escolhas estéticas que definem aquilo que reconhecemos como harmonia, profundidade ou verossimilhança. A sensibilidade moderna, portanto, nasce de formas históricas de mediação visual.

Ecologias Digitais e a Mudança nas Paisagens Pós-Urbanas

É com Di Felice que essa discussão ganha novo fôlego no contexto contemporâneo. Nas paisagens pós-urbanas, a comunicação deixa de ser apenas um processo entre sujeitos e passa a constituir ambientes inteiros. As mediações digitais criam ecologias próprias, ritmos acelerados e um cotidiano permeado por estímulos constantes. Isso altera a percepção, a atenção e até a maneira como construímos vínculos. Vivemos sob uma intensidade informacional que nos aproxima e, ao mesmo tempo, nos dispersa.

Essa mutação sensível dialoga diretamente com a análise de Marshall McLuhan (1964), quando afirma que “o meio é a mensagem”, indicando que cada tecnologia altera o modo como percebemos e organizamos o mundo. Para McLuhan, as extensões tecnológicas dos sentidos transformam profundamente os modos de sentir e pensar; não apenas veiculam conteúdos, mas reconfiguram a experiência humana. As ecologias digitais atuais, nesse sentido, intensificam a hibridização entre sujeito e tecnologia, tornando perceptível o que o autor já antecipava na era eletrônica.

A Sociedade do Espetáculo e a Mediação das Imagens

As consequências sociais e sensíveis desse cenário aparecem tanto nas novas formas de sociabilidade quanto nos modos de vida marcados por urgência, fragmentação e hiperconexão. Nesse ponto, é possível aproximar a discussão da crítica de Guy Debord (1997) sobre a sociedade do espetáculo, na qual a mediação imagética se torna tão dominante que reorganiza as relações sociais. Embora o contexto seja distinto, a ideia de que a visualidade molda a vida cotidiana permanece atual: hoje, plataformas digitais criam espectros de visibilidade, atenção e performatividade que modulam nossas sensibilidades.

Chaui ajuda a entender que essas transformações não são pontuais, mas resultado de processos históricos que organizam a própria maneira como pensamos. Ela reforça que os modos de perceber e interpretar o mundo são socialmente produzidos. Da mesma forma, Martín-Barbero (2003) desloca o foco do meio para as mediações, mostrando que a comunicação opera como prática cultural inscrita nas temporalidades, sensibilidades e formas de vida de cada sociedade. A comunicação, nesse sentido, não apenas reflete a realidade: participa ativamente de sua construção. Ao naturalizar discursos, instituir estéticas ou legitimar práticas, ela influencia tanto a vida coletiva quanto a experiência sensível de cada época.

A comunicação como forma de existência

As leituras trabalhadas ao longo do semestre revelam que a comunicação, longe de ser um processo neutro ou automático, acompanha e molda as transformações históricas. De Descartes às mediações digitais contemporâneas, percorremos um caminho em que a percepção humana é constantemente reorganizada.

Primeiro, o sujeito aprende a desconfiar dos sentidos; depois, as técnicas de representação, especialmente as imagens, reconfiguram o modo como enxergamos o mundo; por fim, no presente, vivemos imersos em ambientes mediáticos que estruturam a experiência cotidiana. Compreender esse processo significa reconhecer que cada época produz seus próprios modos de ver e de existir.

Walter Benjamin (1987) já afirmava que cada tecnologia altera o “regime de experiência” de sua época, transformando não apenas a arte, mas também a forma como nos relacionamos com o mundo e com o tempo. A reprodução técnica, para Benjamin, modifica a aura e a sensibilidade, antecipando um debate que hoje se expande para as plataformas digitais e algoritmos. A mediação não é apenas uma ponte entre nós e o mundo: é um elemento que redefine esse mundo.

Cultura Participativa e a Reconstrução de Significados

Da pintura renascentista às redes informacionais, cada configuração visual e técnica inaugura novas formas de vida, novos ritmos, novas sensibilidades. Ao analisar as narrativas distribuídas em múltiplas plataformas, Henry Jenkins (2009) argumenta que vivemos uma cultura participativa em que os indivíduos não apenas consomem conteúdos, mas circulam, remixam e reconstroem significados. Isso amplia a noção de comunicação como prática existencial: somos continuamente formados pelas mediações que produzimos e consumimos.

Nesse contexto, as reflexões de Pierre Lévy (1999) ajudam a compreender a inteligência coletiva como forma de existência em rede, onde o conhecimento e a experiência sensível são co-produzidos. Já Byung-Chul Han (2018) aponta que a hiperconectividade gera uma economia da atenção que reorganiza a subjetividade e produz novas formas de cansaço e fragmentação perceptiva.

Concluir o trabalho, portanto, é afirmar que estudar comunicação é estudar a própria constituição da experiência humana. É perceber que aquilo que sentimos, pensamos e entendemos como verdadeiro é sempre atravessado por práticas, imagens e discursos que nos formam. E é justamente essa dimensão histórica, sensível e social que torna o campo da comunicação tão central para compreender o nosso tempo.

Referências:

ADORNO, Theodor W. Indústria cultural e sociedade. Seleção de textos de Jorge M. B. de Almeida. Tradução de Juba Elisabeth Levy, Augustin Wernet e Maria Helena Ruschel. 5. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009.

BAIN & COMPANY. Conheça o consumidor equilibrista: navega entre incertezas equilibrando escolhas, ajustando gastos, e priorizando saúde e bem-estar em um cenário desafiador.

BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1987. (Obras escolhidas, v. 1).

BUCHER, Tania. If…Then: Algorithmic Power and Politics. Oxford University Press, 2018.

DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.

HAN, Byung-Chul. Sociedade do cansaço. Petrópolis: Vozes, 2018.

JENKINS, Henry. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2009.

LANGLOIS, Ganaele; ELMER, Greg. What Are the Stakes in Doing Critical Research on Social Media Platforms? Social Media + Society,

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.

MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro: UFRJ, 2003.

MCLUHAN, Marshall. Understanding Media: The Extensions of Man. New York: McGraw-Hill, 1964.

POELL, Thomas; NIEBORG, David; VAN DIJCK, José. Plataformização. Fronteiras – Estudos Midiáticos, São Leopoldo,

REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da Filosofia, v. 1: Filosofia pagã antiga.

Lavínia Rezende: estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Lucas Amaral: estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Pietro Carriço: estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Rodrigo César: estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Conteúdo cedido por Lavínia Resende para publicação na revista Colaborativa Pluriverso

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